Produção de identidade audiovisual e trilha sonora original para o filme Era o Hotel Cambridge de Eliane Caffé.
O filme se passa em um edifício ocupado pelo movimento FLM – Frente de Luta por Moradia no centro da cidade de São Paulo, em 2018.
Foi desenvolvido uma identidade audiovisual para o filme que desse conta de manipular uma diversidade de mídias que constituem o filme. Nesse sentido, o tratamento se deu para além de uma construção imagética e superficial. Além das interferências gráficas pospostas, buscou-se explorar ritmos de montagem e sonoridades que criassem um corpo audiovisual capaz de potencializar a narrativa como um todo. Uma diversidade de “blocos” foram produzidos, tais
como: créditos iniciais, introdução, cartelas de contagem de tempo, interações com redes sociais, inserção de diferentes mídias e créditos finais.
Foi produzida a trilha sonora original do filme a partir da captação da percussão de Edoh Kossi Fiho e Sassou Espoir Ametoglo, músicos congoleses residentes na ocupação. Cerca de três horas de gravações foram realizadas, resultando em uma ampla variedade de toques. A partir desse material, foram extraídos diversos loops com o objetivo de criar uma biblioteca rítmica baseada nas diferentes claves apresentadas pelos percussionistas. Posteriormente, esses loops foram processados e editados em diálogo com trechos específicos do filme.
O filme se passa em um edifício ocupado pelo movimento FLM – Frente de Luta por Moradia no centro da cidade de São Paulo, em 2018.
Foi desenvolvido uma identidade audiovisual para o filme que desse conta de manipular uma diversidade de mídias que constituem o filme. Nesse sentido, o tratamento se deu para além de uma construção imagética e superficial. Além das interferências gráficas pospostas, buscou-se explorar ritmos de montagem e sonoridades que criassem um corpo audiovisual capaz de potencializar a narrativa como um todo. Uma diversidade de “blocos” foram produzidos, tais
como: créditos iniciais, introdução, cartelas de contagem de tempo, interações com redes sociais, inserção de diferentes mídias e créditos finais.
Foi produzida a trilha sonora original do filme a partir da captação da percussão de Edoh Kossi Fiho e Sassou Espoir Ametoglo, músicos congoleses residentes na ocupação. Cerca de três horas de gravações foram realizadas, resultando em uma ampla variedade de toques. A partir desse material, foram extraídos diversos loops com o objetivo de criar uma biblioteca rítmica baseada nas diferentes claves apresentadas pelos percussionistas. Posteriormente, esses loops foram processados e editados em diálogo com trechos específicos do filme.
*2017